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quinta-feira, 27 de abril de 2017

Diretores da FENAJ chamam Sindicatos e categoria à mobilização

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Com a Reforma Trabalhista acontecendo em ritmo acelerado, só resta ao trabalhador tomar as ruas em defesa de seus direitos. E os diretores do Departamento de Mobilização, Negociação Salarial e Direito Autoral da Federação Nacional dos Jornalistas – FENAJ, Aderbal Filho e Enize Vidigal, alertam sobre a importância da participação da categoria na Greve Geral.
FENAJ – Qual o impacto esperado com a Greve Geral do dia 28?
Enize Vidigal: A proposta é “parar o Brasil”, o quanto for possível. Se Temer possui 88% dos votos no Congresso, numa relação inversamente proporcional à popularidade, atestada em menos de 10%, a saída está na pressão popular.
Aderbal Filho: Nossa expectativa é de ampliar a mobilização social contra a agenda de retrocessos imposta aos trabalhadores e ao povo brasileiro por um governo ilegítimo. As contrarreformas previdenciária e trabalhista são inaceitáveis e remetem a sociedade às condições sociais e trabalhistas anteriores à década de 1930. Representam mais um ataque à democracia. Esperamos que a Greve Geral do dia 28 deixe claro ao parlamento brasileiro que estes ataques aos direitos não contam com respaldo popular e, se aprovados, poderão levar o país a uma situação de convulsão social ainda maior. É hora de por fim a este governo que está caindo de podre e promover nova eleição presidencial.
FENAJ – Qual a importância da adesão dos jornalistas à greve?
Enize Vidigal: Os jornalistas têm papel fundamental. Pois, além de somar ao movimento paredista e reivindicatório, é essencial não servir de instrumento para a difusão das versões patronais de defesa e justificativa para a realização das reformas da Previdência e da CLT. É muito importante que o jornalista, na condição de operário de redação de veículo de comunicação ou de assessor de imprensa, ajude a difundir o quanto possível a verdade sobre a destruição de direitos que esses projetos objetivam proporcionar a todos os brasileiros, esclarecendo o público sobre a ameaça real existente. E usando para isso as redes sociais, a mídia alternativa, os veículos com linha editorial oposicionista e, porque não, tentando “furar o bloqueio” daqueles veículos que propagam mentirosamente a necessidade e viabilidade dessas propostas.
Aderbal Filho: Ao contrário dos grandes conglomerados de mídia, que apoiaram o golpe de 1964 e contribuíram fortemente para o recente golpe jurídico parlamentar, os jornalistas brasileiros têm uma trajetória histórica de defesa da democracia e dos direitos sociais e trabalhistas. Somos uma das categorias mais ultrajadas e aviltadas nos últimos anos com a precarização das relações de trabalho, demissões e baixos salários. Nossa adesão à greve geral é fundamental para dizermos não a tudo isso, reafirmarmos nosso compromisso com a democracia e somarmos forças com outras categorias de trabalhadores na perspectiva de um outro rumo, democrático e popular para o Brasil.
FENAJ – Quais as outras formas de protesto que podem ser adotadas, no caso de alguma base avaliar que não é possível aderir integralmente à paralisação?
Enize Vidigal: É essencial a participação do máximo possível de pessoas, seja aderindo à greve e participando das manifestações nas ruas, seja deixando de realizar qualquer tipo de compra nessa data.
Aderbal Filho: Qualquer maneira de protestar vale a pena, com manifestações em frente às empresas de comunicação, participando de panfletagens, passeatas e atos, vestindo preto no dia 28, promovendo uma grande articulação dos jornalistas em redes sociais em apoio à Greve Geral e tudo o mais que a criatividade e a disposição de luta da categoria puder produzir. O mais urgente, antes mesmo da greve geral do dia 28, é uma campanha de mensagens aos deputados federais de cada estado para que votem contra a proposta de reforma trabalhista que está tramitando na Câmara dos Deputados a toque de caixa.

(Material reproduzido do site da Fenaj)

quarta-feira, 26 de abril de 2017

SINDJOR-MS apoia a greve geral do dia 28

O SINDJOR/MS apoia de forma irrestrita a greve geral convocada para o próximo dia 28 de abril, sexta-feira. Entendemos que o momento é crucial para que os trabalhadores reivindiquem seus direitos, sob ameaça, e mostrem a força da união da classe trabalhadora.

Estamos com esse movimento e, exatamente por saber da importância de nosso papel, consideramos que parar não cumpriria nossa função.Temos que mostrar o que vai acontecer no País nesta sexta-feira. Por isso, orientamos aos profissionais representados por nós que, dentro de seu espaço de atuação, procurem fazer coberturas fieis à realidade dos fatos, esclarecedora sobre o tamanho das mobilizações, as reações a elas e os resultados alcançados. Sabemos que é um desafio grande, dada a linha editoral vigente na maioria dos veículos, de confronto com os interesses do trabalhador. Diante disso, desejamos a todos, equilibrio diante desse desafio cotidiano.

Em seu momento de manifestação pessoal, orientamos que os profissionais demonstrem seu descontentamento com as reformas propostas no campo trabalhista e previdenciário, que participem das mobilizações públicas, que usem as redes sociais para apoiar essa causa,  de todos nós.

Nós, do SINDJOR-MS, já tinhamos um evento agendado para o dia 28, bem antes de a greve ser marcada. Vamos manter essa realização, a Conversa com Rubens Valente, que vai marcar em Campo Grande o lançamento do livro “Os fuzis e as flechas”, um documento de denúncia, fartamente amparado, sobre como a ditadura tratou as populações indígenas.

Mantivemos o evento não apenas por já estar marcado, em respeito ao convidado, que já havia bloqueado sua agenda e marcado a viagem, mas também por entender que divulgar essa produção sobre mais um aspecto do genocídio indígena que vem sendo perpetrado no País é, também, uma forma de protesto. Trata-se, ao nosso ver, de atitude de resistência em um estado onde as populações indígenas são ignoradas, maltratadas, todo dia, o tempo todo, e isso nem sempre é noticiado e, muitas vezes, é retratado de forma distorcida. Precisamos falar sobre os nossos índios.


Portanto, colegas, tenham um dia de greve produtivo, porque ela é luta em nome de todos, e de noite, participem conosco da Conversa com Rubens Valente, no auditório do curso de Arquitetura da UFMS, a partir das 20h.

terça-feira, 25 de abril de 2017

EGRESSO DA UFMS, RUBENS VALENTE LANÇA LIVRO SOBRE COMO DITADURA TRATOU OS ÍNDIOS NESTA SEXTA

Evento é parceria entre a universidade e o Sindicato dos Jornalistas

Egresso da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, com passagens por veículos locais de imprensa, o jornalista Rubens Valente está em Campo Grande, nesta sexta-feira (28), para lançar seu mais novo livro: ‘Os Fuzis e as Flechas – História de sangue e resistência indígena na ditadura’. Em mais de 500 páginas, a obra revela a história de uma política genocida praticada durante a Ditadura Militar (1964-1985) e executada por agentes do SPI (Serviço de Proteção ao Índio) e, posteriormente, da Funai (Fundação Nacional do Índio).

Rubens Valente traz entrevistas, etnografias, dados e referências bibliográficas de uma história que poucos querem falar. O jornalista, vencedor de vários prêmios, debruçou-se sobre a realidade dos índios brasileiros durante a Ditadura Militar, ampliando para a literatura uma cobertura que já fazia em seu dia a dia. “Os funcionários do SPI e posteriormente da Funai foram orientados a construir essa política de acobertamento. É por isso que quando a gente abre o baú fica tão chocado com as informações”, afirma o escritor.

Segundo título da coleção Arquivos da Repressão no Brasil, a obra traz à tona erros e omissões que levaram, por exemplo, a tragédias sanitárias durante a construção de grandes obras, como a rodovia Transamazônica, que cruzou a Amazônia de leste a oeste. A capa de “Os fuzis as flechas” traz uma foto, estilizada, de um ícone da luta dos povos indígenas sul-mato-grossenses, Marçal de Souza, assassinado em 25 de novembro de 1983, em meio a conflito por terras que até hoje não cessou.

O EVENTO

Promovido pelo SINDJOR-MS (Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul), em parceria com o curso de Jornalismo da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), o lançamento é promovido nesta sexta-feira, 28 de abril de 2017, às 20h, no Anfiteatro do Curso de Arquitetura da UFMS.

“Para um estado com a segunda maior população indígena e uma situação de genocídio desses povos, consideramos muito importante a presença do Rubens Valente para lançar esse livro  e conversar sobre o que revelou essa reportagem de grandes proporções, transformada em livro”, afirma a presidenta do SINDJOR-MS, Marta Ferreira, convidando os colegas jornalistas, estudantes, e também profissionais de outras áreas para a conversa.

O ESCRITOR

Valente é um dos jornalistas mais respeitados no País, ganhador de prêmios importantes como o Esso. Nascido no Paraná e criado em Dourados (MS), é egresso da UFMS, com passagens por veículos locais de imprensa. Repórter da sucursal da Folha de S. Paulo, em Brasília, desde 2010, trabalha diretamente com as investigações que estão balançando as estruturas de poder no Brasil. Paralelamente, nos últimos dois anos dedicou-se ao projeto de escrever seu segundo livro, depois de ter esmiuçado a Operação Satiagraha, que investigou os negócios do banqueiro Daniel Dantas e suas relações com o poder.

Confirme sua presença no nosso evento no Facebook: CLIQUE AQUI.

terça-feira, 18 de abril de 2017

EDITAL DE CONVOCAÇÃO PARA ASSEMBLEIA GERAL EXTRAÓRDINÁRIA - JORNAL MIDIAMAX

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SINDJOR-MS), com endereço à Rua Engenheiro Roberto Mange, 37, casa 02, Bairro Amambai, Campo Grande (MS), vem convocar os jornalistas empregados na empresa Jornal Midiamax para ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA a se realizar no dia 19 de abril,  às 19h30 horas, na sede do SINDJOR-MS. A assembleia deliberará:

Análise e aprovação da pauta de reivindicações da categoria;  Autorização ao sindicato para instaurar negociação coletiva de trabalho com a direção da empresa Jornal Midiamax, firmar Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), apresentar protesto judicial, instaurar revisão de dissídio coletivo no caso de insucesso nas negociações, contestar dissídio coletivo e firmar acordos judiciais e extrajudiciais, inclusive aditivos, bem como representar a categoria como substituto processual perante o judiciário de primeira e segunda instâncias e demais assuntos pertinentes.

Campo Grande (MS) data: 18/04/2017

Marta Ferreira de Jesus
Presidenta do SINDJOR-MS
 

ONDE ESTAMOS


Rua Engenheiro Roberto Mange, 37 - casa 02 - bairro Amambaí - Campo Grande/MS - CEP 79005-420
(Clique na imagem para ampliar o mapa)
Telefone: (67) 3325-5811
Atendimento: 08 às 13 horas
E-mail: sindicatojorms@gmail.com

QUEM SOMOS

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SindJor-MS) é uma entidade representativa da categoria em âmbito estadual, com exceção de 25 cidades localizadas na região Sul do estado, sob domínio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Grande Dourados (Sinjorgran). O SindJor-MS está registrado sob o CNPJ nº 15.570.575 0001/17

ÁREA DE ATUAÇÃO