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quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

Sindjor-MS mobiliza dezenas de entidades para campanha pela vacina para todos

Plenária virtual, organizada pelo Sindjor-MS
O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS) mobilizou dezenas de entidades sindicais, movimentos sociais, associações e conselhos de Mato Grosso do Sul para a luta pela vacinação imediata, gratuita e para toda a população  contra a Covid-19. Cerca de 40 organizações da   sociedade civil estiveram reunidas em plenária virtual no último sábado (16). O manifesto oficial foi lançado nesta quinta-feira (21). 

De acordo com o presidente do Sindjor-MS, Walter Gonçalves Filho, a ideia para a convocação da plenária surgiu da necessidade de unir forças para a efetivação da vacinação para toda a população de forma igualitária, uma vez que algumas empresas privadas já iniciaram movimentações para a compra de vacinas, mercantilizando o que é um direito de todo cidadão e prejudicando a distribuição pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). “Defendemos que a vacinação seja pelo SUS. Para todos e todas, sem distinção”, pontua. 

Ele relembra ainda que já havia uma ampla expectativa da população pela chegada da vacina, que representa hoje a maior possibilidade de controle da pandemia e de queda significativa no número de internações e óbitos pela doença, e por isso a necessidade de uma luta conjunta para pressionar as autoridades para garantir que as vacinas cheguem para todos e não faltem insumos necessários para a sua aplicação. 

“A plenária que realizamos foi só o pontapé inicial. Nós vamos continuar a mobilização com várias ações, e estamos vigilantes em relação aos próximos passos do poder público”, ressalta Walter. O presidente do Sindjor-MS e representantes das entidades Frente Estadual em Defesa do SUS, Associação Brasileira de Enfermagem (ABEn-MS), Associação dos Docentes da UFMS (ADUFMS), Sindicato dos Médicos (Sinmed-MS), Núcleo de Saúde da CUT-MS e CDDH Marçal de Souza Tupã-I irão se reunir com o Secretário Estadual de Saúde, Geraldo Resende, na manhã desta quinta-feira (21) para discutir o Plano Estadual de Vacinação e verificar se há, de fato, insumos o suficiente para a imunização em todo o estado, entre outros pontos.  

Manifesto 

O manifesto, firmado por 43 entidades, tem como objetivo propor à sociedade sul-mato-grossense um amplo debate sobre a necessidade, os rumos e a efetivação da vacinação contra a Covid-19. De acordo com o documento, o projeto de desmonte do SUS e a postura de negação à ciência adotada pelo presidente da república, bem como a efetivação da limitação dos gastos (EC 95), entre outros elementos, foram decisivos para o agravamento da pandemia no Brasil, que ocasionou mais de 200 mil mortes. 

Sendo assim, as entidades signatárias defendem que, neste momento em que o SUS mais uma vez mostra a sua importância, é necessário fortalecê-lo mais, blindando-o de cessões a interesses de poucos. Além disso, é defendido no documento que, em um cenário em que se deve combater a mercantilização da Saúde – um direito de todo o cidadão e dever do Estado – a vacinação contra a Covid-19 deve ser ofertada exclusivamente pelo sistema público: 

“Em uma sociedade marcada pela extrema desigualdade social, é inadmissível a abertura da vacinação para clínicas privadas, criando privilégios àqueles que podem pagar e aprofundando ainda mais o abismo social brasileiro (...) Ao permitir que os interesses empresariais falem mais alto do que o acesso igualitário à saúde, toda essa fila de prioridade definida com base nos riscos de contaminação, de agravamento da doença e de óbitos será totalmente desmontada”.

Porfim, as entidades exigem que o poder público, no período em que a cobertura vacinal não atingir parte significativa da população, mantenha as medidas de distanciamento social e obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção facial nos espaços públicos, entre outros medidas, para o controle da pandemia. “Até porque as vacinas disponibilizadas até o momento só conferem a imunização depois de 15 dias após a segunda dose, comprovando a necessidade da manutenção das medidas preventivas”.

Confira o manifesto completo AQUI

Vacinação já, e pelo SUS!

Manifesto à população sul-mato-grossense

Ante a pandemia do novo Coronavírus e seus desdobramentos, que acarretaram em mais de 200 mil mortes no Brasil, bem como na iminência de colapso nos sistemas de saúde do país e perdas econômico-sociais que atingem grande parte da população, as entidades que firmam o presente manifesto propõem à sociedade do Mato Grosso do Sul um amplo debate sobre a necessidade, os rumos e a efetivação da vacinação.

É importante pontuar que a irresponsabilidade e incompetência de gestores, somadas ao descaso do presidente da república e o projeto de desmonte do SUS por ele encampado, foram decisivos para o agravamento da pandemia. São ensaios para privatização da saúde pública a manutenção e efetivação da limitação de gastos (EC 95), entre outros elementos que compõem uma grande necropolítica que tende a sufocar sobretudo os mais pobres.

Não bastasse, a tônica do governo federal na condução da pandemia foi de negacionismo, ataques aos cientistas e profissionais da imprensa e tentativas de sabotagem das únicas medidas que servem de maneira minimamente efetiva para a redução da circulação do vírus, como as de distanciamento social. Sem falar na omissão, que ocasionou horrores como a falta de oxigênio no Amazonas e forçou o país a testemunhar pacientes de alas inteiras de hospitais morrerem por asfixia.

As frases de desdém e a difusão de notícias falsas (que chegou a envolver perfis oficiais) vêm servindo para, além de agravar a pandemia, minar a confiança da população na vacina, que representa hoje um alento para o controle da disseminação massiva do Coronavírus.

Diante disso, há que se gritar: Basta de mais mortes! Vacina para todos já!

Defendemos que a vacinação atinja a todos os cidadãos e com brevidade, uma vez que esta é a única forma para que tenhamos a adequada proteção e possamos seguir sem mais vidas perdidas pelo horror de uma doença que não tem tratamento eficaz, e assola de forma mais grave a população mais vulnerável.

Além disso, num país que tem programa de imunização pública referência em todo o mundo, é necessário, sobretudo num cenário em que se deve combater a mercantilização da saúde, que a vacinação seja realizada exclusivamente pelo SUS, com equidade. Em uma sociedade marcada pela extrema desigualdade social, é inadmissível a abertura da vacinação para clínicas privadas, criando privilégios àqueles que podem pagar e aprofundando ainda mais o abismo social brasileiro.

Cumpre ressaltar que neste momento, devido à limitação das vacinas contra a Covid-19 no mercado mundial, os países têm definido um plano de prioridades para sua aplicação com base em critérios epidemiológicos e de vulnerabilidade social. Ao permitir que os interesses empresariais falem mais alto do que o acesso igualitário à saúde, toda essa fila de prioridade definida com base nos riscos de contaminação, de agravamento da doença e de óbitos será totalmente desmontada.

É dever do Estado, então, garantir acesso à vacina contra o novo Coronavírus a toda a população, conforme os critérios técnicos previamente estabelecidos para cada imunizante, o que inclui as duas doses e a garantia de que não faltem os insumos necessários à aplicação. Neste momento, em que o SUS mais uma vez mostra a sua importância, é necessário fortalecê-lo ainda mais, blindando-o de tentativas de desmonte e cessões a interesses mercadológicos.

Ademais, conclamamos que o poder público, no período em que a cobertura vacinal não atingir parte significativa da população, mantenha as medidas de distanciamento social e obrigatoriedade do uso de máscaras de proteção em espaços públicos, para o controle da pandemia. Até porque as vacinas disponibilizadas até o momento só conferem a imunização depois de 15 dias após a segunda dose, comprovando a necessidade da manutenção das medidas preventivas.

Por fim, reafirmamos a confiança na ciência, na universidade pública brasileira e no Sistema Único de Saúde, que devem receber do Estado a devida reverência e o devido investimento, a fim de que tracemos um caminho de soberania e proteção da saúde e dos demais direitos do povo.

Vacina para todos já! Por um SUS forte, democrático e popular!

Para isso, exigimos:

  • a recomposição dos orçamentos federal, estaduais e municipais da Saúde, sem a submissão ao teto de gastos;
  • o afastamento imediato do ministro da Saúde;
  • a adequação e detalhamento do plano nacional de vacinação contra a Covid-19 com ampliação dos grupos prioritários incluindo Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias (ACS e ACE), indígenas não aldeados, todas as pessoas com deficiência, cuidadores de pessoas com deficiência, jovens em medidas socioeducativas, pessoas submetidas à vulnerabilidade socioeconômica, dentre outros.
  • investimento necessário para adequação dos Centros de Produção de Imunobiológicos da Fiocruz, Instituto Vital Brazil e Instituto Butantan, e outros;
  • a recomposição das equipes de saúde através da abertura de concursos públicos, uma vez que os profissionais de saúde estão sobrecarregados, milhares foram acometidos pela Covid-19, e muitos morreram ou estão com sequelas;
  • a suspensão das privatizações e terceirizações das ações e serviços de saúde, com a estatização daqueles considerados essenciais e estratégicos ao interesse público coletivo;
  • a coordenação e o controle social sobre a execução do plano de vacinação, através dos mecanismos já constituídos dos Conselhos de Saúde, com prioridade de informações e participação aos membros dos fóruns de usuários do SUS;
  • realização de campanhas contra a disseminação das notícias falsas sobre as vacinas, pelos governos estaduais e municipais, com o objetivo de elucidar a população sobre a importância das mesmas;
  • investimento contínuo na qualificação dos profissionais de enfermagem que irão manipular e aplicar a vacina;
  • a prestação de informações transparentes e exatas para o conjunto da sociedade;
  • políticas de sustentação dos empregos e da renda, especialmente retorno do auxílio emergencial;
  • permanente orientação à manutenção dos cuidados sanitários, com normas que garantam o distanciamento social, inclusive com o retorno das aulas presenciais somente após a imunização massiva.

ASSINAM:

Associação Brasileira de Enfermagem - Seção Mato Grosso do Sul (ABEn-MS)

Associação dos Docentes da UEMS (ADUEMS)

Associação dos Docentes da UFMS (ADUFMS)

Central Única dos Trabalhadores MS (CUT-MS)

Centro de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos (CDDH) Marçal de Souza Tupã-I

Coletivo Terra Vermelha

Comissão Regional de Justiça e Paz de Mato Grosso do Sul (CRJPMS)

Comitê de Defesa Popular de Dourados-MS

Comitê Popular de Enfrentamento à Pandemia Padre Pascoal Forin

Conselho Municipal da Juventude de Dourados

Conselho Nacional do Laicato do Brasil - Regional Oeste I

Diretório Estadual do PT de Mato Grosso do Sul

Diretório Municipal do PT de Campo Grande

Diversas Feministas/Rede Feminista de Saúde Sexual e Reprodutiva - Regional Mato Grosso do Sul

Federação dos Empregados no Comércio e Serviços do Estado de Mato Grosso do Sul (FETRACOM-S)

Federação dos Trabalhadores da Indústria de Mato Grosso do Sul (FETIEMS)

Federação dos Trabalhadores em Educação do Mato Grosso do Sul (FETEMS)

Fórum Estadual de Educação Permanente de Saúde para o Controle Social (FEEPS-CS/CES SUS)

Fórum Permanente dos Usuários do Sistema Único de Saúde - Mato Grosso do Sul (FUSUS-MS)

Frente Brasil Popular - MS

Frente Estadual em Defesa do Sistema Único de Saúde

Frente Sul-mato-grossense em Defesa do Sistema Único de Assistência Social, da Seguridade Social e dos Direitos Humanos

Juristas pela Democracia - MS

Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra - Mato Grosso do Sul (MST-MS)

Núcleo de saúde do PDT/MS

Paróquia da Inclusão - Igreja Episcopal Anglicana do Brasil.

Secretaria Estadual de Mulheres do PC do B - MS

Setorial de Saúde do PT Campo Grande

Sindicato dos Agentes Comunitários de Saúde e Endemias de Dourados/MS (Sindracse)

Sindicato dos Bancários de Campo Grande-MS e Região (SEEBCG-MS)

Sindicato dos Empregados de Agentes Autonomos do Comércio e Empresas de Assessoramento, Auditoria, Perícias, Informações e Pesquisas e de Empresas de Serviços Contábeis de Mato Grosso do Sul (SEAAC-MS)

Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS)

Sindicato dos Servidores da Administração Penitenciária de Mato Grosso do Sul (Sinsap -MS)

Sindicato dos Trabalhadores da Fiocruz - regional Mato Grosso do Sul (ASFOC-MS)

Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão, Televisão, Publicidade e Similares do Estado do Mato Grosso do Sul (Sintercom-MS)

Sindicato dos Trabalhadores em Transporte Coletivo Urbano de Campo Grande/MS

Sindicato dos Trabalhadores na Indústria e Comércio de Energia no Estado de Mato Grosso do Sul (Sinergia-MS)

Sindicato dos Trabalhadores nos Correios, Telégrafos e Similares de Mato Grosso do Sul (Sintect-MS)

Sindicato dos Trabalhadores Públicos Federais em Mato Grosso do Sul (Sintsep-MS)

Sindicato dos Trabalhos em Seguridade Social em Mato Grosso do Sul (Sintss-MS)

União Brasileira de Estudantes Secundaristas - Região Centro-Oeste (UBES-CCO)

União Brasileira de Mulheres - Seção Mato Grosso do Sul (UBM-MS)

União da Juventude Socialista - Mato Grosso do Sul (UJS-MS)

terça-feira, 19 de janeiro de 2021

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA DOS JORNALISTAS DO GRUPO MS RECORD ACT- 2020-2021

 



 O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor MS), convoca os jornalistas do grupo MS Record, para assembleia extraordinária, que será realizada no dia 21 de janeiro de 2021, quinta-feira, com a primeira chamada às 19h30, e a segunda chamada, às 20hs. A assembleia será na forma de teleconferência, em respeito às regras sanitárias, como o distanciamento social.

 

Em pauta na assembleia: Discussão e votação de propostas para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT -2020-2021).

 

 

Walter Gonçalves Filho

Presidente do Sindjor MS

 

Campo Grande, 19 de janeiro de 2021


terça-feira, 12 de janeiro de 2021

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA DOS JORNALISTAS DA TV IMACULADA – ACT – 2020-2021

 


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor MS), convoca os jornalistas da TV Imaculada, para a assembleia extraordinária a ser realizada no dia 14 de janeiro de 2021, quinta-feira, com a primeira chamada às 14h30, e a segunda chamada, às 15hs. A assembleia será na forma de teleconferência, em virtude do cumprimento das regras sanitárias, como o distanciamento social, em razão da Covid 19. A data base da categoria, é 1º de dezembro.

 

Pauta da assembleia: discussão e votação de propostas para o Acordo Coletivo de Trabalho (ACT -2020-2021).

 

Walter Gonçalves Filho

Presidente do Sindjor MS

 

Campo Grande, 12 de janeiro de 2021

 


 

ONDE ESTAMOS

QUEM SOMOS

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SindJor-MS) é uma entidade representativa da categoria em âmbito estadual, com exceção de 25 cidades localizadas na região Sul do estado, sob domínio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Grande Dourados (Sinjorgran). O SindJor-MS está registrado sob o CNPJ nº 15.570.575 0001/17

Horário de funcionamento: De segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.
Telefone de contato: (67) 3325-5811
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