quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Sindjor MS assina Acordo Coletivo de Trabalho com o jornal Correio do Estado

 


Agora, são cinco Acordos fechados, em um total de sete empresas, dentro da data-base de 1º de maio, ACT 2026-2027

 

 

A direção do jornal Correio do Estado aceitou a proposta do Sindjor MS e dos jornalistas da empresa ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2026-2027, data-base de 1º de maio, e concederá reajuste salarial, da ordem de 4,39%, que foi a inflação acumulada nos 12 meses anteriores à data-base de 1º de maio de 2026, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Sindicato e empresa então, assinaram o Acordo. O índice de 4,39%, também reajustará o valor atual do Tíket Alimentação. A empresa, pagará ainda o retroativo do aumento salarial e do Tíket a 1º de maio deste ano.

Durante as negociações a empresa, alegando dificuldades de caixa, sinalizou que não daria aumento salarial aos jornalistas, em 2026. Entretanto, após ponderações do Sindjor MS e dos jornalistas, por meio de uma carta-proposta, a direção do Correio do Estado, resolveu então, conceder pelo menos a reposição inflacionária do período. Com a assinatura desse Acordo, agora são cinco veículos, das sete empresas que fazem parte dessa data-base, a fecharem Acordos com o Sindjor MS. Os outros quatro Acordos assinados foram com: Grupo Rede MS Record. O reajuste salarial foi da ordem de 5% para todos os jornalistas do Grupo, com aumento real de 0,61% acima da inflação de 4,39% do IPCA; o Grupo O Estado MS (5,45% de reajuste no salário inicial, e 5% para as demais faixas salariais da redação, com ganho real de 1,06% e 0,61% respectivamente); o Grupo TV Morena (reajuste de 4,39%), e o Portal Midiamax (reajuste de 4,39%). Já os outros dois veículos de comunicação que contratam com o sindicato - TVs SBT-MS e Guanandi - as negociações ainda estão em andamento.

 

Data-base de 1º de janeiro

Já na data-base de 1º de janeiro de 2026, em que há somente um veículo, o Portal Campo Grande News, o reajuste concedido aos jornalistas do veículo, também no ACT 2026-2027, foi da ordem de 7%, com ganho real de 2,74%, acima da inflação acumulada do INPC que foi de 4,26%, nos 12 meses anteriores à data-base de 1º de janeiro deste ano, e que já vem sendo pago. Porém, o referido Acordo 2026-2027, não foi assinado até agora, uma vez que a empresa insiste em inserir no ACT, duas cláusulas nocivas aos jornalistas, com as quais nem a categoria e nem o Sindjor MS concordam, por serem ilegais. O Sindjor MS então, ingressou com pedido de mesa de negociação junto à Superintendência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego, que agendou a reunião entre as partes, para o dia 13 de agosto, às 14h30, na sede da Superintendência. 

 

Sindjor MS, na luta pela categoria dos jornalistas!

“A notícia vale. Quem a produz também”

 

 


Conselho de Comunicação aprova realização de estudo para aperfeiçoar regras sobre comunicação pública em período eleitoral


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Brasília (DF), 24/10/2023, Totem na fachada da EBC, com a nova logo marca, que fica na entrada da Empresa

Brasil de Comunicação, localizado no Venâncio Shopping em Brasília. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

 

O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional aprovou nesta segunda-feira (3/08), durante a 13ª Reunião Ordinária de 2026, requerimento que determina a realização de um estudo sobre os impactos da legislação eleitoral na comunicação pública brasileira. A proposta busca esclarecer o alcance das vedações previstas no artigo 73, inciso VI, alínea “b”, da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) em relação ao conteúdo jornalístico produzido por empresas públicas de comunicação.

O requerimento foi apresentado pelas conselheiras e conselheiros Caio Loures, Fernando Cabral, Paulo Zocchi, Ramênia Vieira, Rita Freire e Samira de Castro e prevê a elaboração de um parecer conclusivo com recomendações ao Congresso Nacional para o aperfeiçoamento da legislação antes dos próximos pleitos eleitorais.

Entre os pontos que serão analisados estão a interpretação da legislação eleitoral em conjunto com os dispositivos constitucionais que asseguram a liberdade de imprensa, a complementaridade dos sistemas público, privado e estatal de comunicação e o papel do Conselho de Comunicação Social. O estudo também deverá examinar a necessidade de aperfeiçoar a legislação para deixar explícita a distinção entre publicidade institucional — sujeita às restrições eleitorais — e o conteúdo jornalístico produzido pelas empresas públicas de comunicação.

Outro aspecto previsto no requerimento é a análise da conveniência de formulação de consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o tema, bem como a avaliação de mecanismos de governança e controle social capazes de garantir a autonomia editorial da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), inclusive a partir da experiência internacional das emissoras públicas em períodos eleitorais.

Na justificativa, os autores lembram que, em 2 de julho de 2026, a EBC retirou do ar, de forma temporária, o acervo jornalístico digital publicado desde janeiro de 2023 em seus veículos — Agência Brasil, TV Brasil, Rádio Nacional e Radioagência Nacional — sob o entendimento de que a medida seria necessária para cumprir as vedações previstas na legislação eleitoral. O episódio motivou debate durante audiência pública realizada pelo próprio CCS em julho, e evidenciou a necessidade de maior segurança jurídica sobre a aplicação das normas eleitorais à comunicação pública.

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“Jornalismo público não é publicidade governamental. Confundir essas duas atividades significa desconsiderar a missão constitucional da comunicação pública e colocar em risco o direito da população à informação. A retirada de cerca de 180 mil conteúdos jornalísticos dos veículos da EBC, dos quais apenas 5,5% foram restabelecidos manualmente, segundo informações da própria empresa, atenta contra o direito de acesso à informação da sociedade brasileira e cria um precedente extremamente preocupante para a democracia”, afirma a conselheira Samira de Castro, reprsentantes da categoria dos jornalistas no CCS.

“É necessário aperfeiçoar a legislação e garantir segurança jurídica à comunicação pública, sem comprometer sua autonomia editorial nem o direito dos cidadãos de acessar informações de interesse público”, reforça Samira de Castro, que é presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).

“A Constituição e a Lei da EBC deixam claro que comunicação pública existe para servir à sociedade, não ao governo de plantão. Isso reforça o argumento central nesse debate de que jornalismo público não se confunde com propaganda institucional”, destaca a conselheira.

O requerimento ressalta que o estudo terá caráter estritamente normativo e prospectivo, sem emitir qualquer juízo sobre casos submetidos ao Poder Judiciário. O objetivo é oferecer subsídios ao Congresso Nacional para o aperfeiçoamento do marco legal, garantindo, simultaneamente, o respeito às regras eleitorais, a autonomia editorial dos veículos públicos de comunicação e o direito da sociedade à informação.

O parecer deverá ser apresentado ao plenário do Conselho na próxima reunião ordinária, conforme previsto no Regimento Interno do CCS.

https://fenaj.org.br/conselho-de-comunicacao-aprova-realizacao-de-estudo-para-aperfeicoar-regras-sobre-comunicacao-publica-em-periodo-eleitoral/

 

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terça-feira, 4 de agosto de 2026

Sindjor MS assina Acordo Coletivo de Trabalho com Grupo MS Record, com ganho real aos jornalistas

 


Reajuste foi de 5%. Até agora, são quatro Acordos assinados, em um total de sete empresas, dentro da data-base de 1º de maio, ACT 2026-2027

 

 

O Sindjor MS acaba de assinar mais um Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), nas negociações salariais de 2026, do ACT 2026-2027, data-base de 1º de maio. O Acordo assinado, o quarto até o momento, foi com o Grupo Rede MS Record. O reajuste salarial foi da ordem de 5% para todos os jornalistas do Grupo, com aumento real de 0,61% acima da inflação de 4,39% do IPCA. O índice de 4,39%, foi o acumulado da inflação nos 12 meses anteriores à data-base de 1º de maio deste ano. Os outros três Acordos assinados foram, com o Grupo O Estado MS (5,45% de reajuste no salário inicial, e 5% para as demais faixas salariais da redação, com ganho real de 1,06% e 0,61% respectivamente); o Grupo TV Morena (reajuste de 4,39%) e com o Portal Midiamax (reajuste de 4,39%). Os outros três veículos de comunicação que contratam com o Sindjor MS, em um total de sete empresas que figuram na data-base de 1º de maio – TVs SBT-MS e Guanandi, e o jornal Correio do Estado - as negociações ainda estão em andamento.

 

Sindjor MS


quarta-feira, 29 de julho de 2026

Sindjor MS fecha três Acordos Salariais, nas negociações de 2026, e com ganho real

 


Dentro do Acordo Coletivo de Trabalho 2026-2027, os ACTs assinados foram com o Grupo O Estado MS, Grupo TV Morena e o Portal Midiamax

 

Dentro das negociações salariais da data-base de 1º de maio de 2026 (ACT 2026-2027), o Sindjor MS já assinou três Acordos Coletivos de Trabalho (ACT), de um total de sete empresas de comunicação, que negociam com o sindicato, na referida data-base. As empresas que já assinaram o Acordo, estão o Grupo O Estado MS, com o reajuste de 5,45% no salário inicial. Isso representa um aumento real 1,06% acima da inflação acumulada, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), dos 12 meses anteriores à data-base de 1º de maio deste ano, que foi de 4,39%. Para as demais faixas salariais do Grupo, o reajuste foi da ordem de 5% ou 0,61% de ganho real. E, nas negociações, ficou aberta a possibilidade de a empresa e o sindicato, reabrirem as tratativas em novembro próximo, para uma melhoria no índice de reajuste salarial, e concessão de benefícios aos jornalistas, como Plano de Saúde, por exemplo. Em novembro, após as eleições, governo do Estado e prefeituras, já poderão liberar verbas para divulgação de seus atos, nos veículos de comunicação.

O Grupo TV Morena, também assinou o Acordo 2026-2027, e o reajusto foi apenas o índice da inflação do IPCA dos 12 meses anteriores a esta data-base. Ou seja, 4,39%. Esse mesmo índice (4,39%), foi o reajuste concedido pelo Portal Midiamax, no terceiro ACT assinado.

O Sindjor MS já finalizou as tratativas com o Grupo MS Record e, e aguarda apenas a empresa assinar o ACT. O índice de aumento salarial aprovado e aceito pela empresa, foi de 5% para todos os jornalistas do Grupo, ou 0,61% de aumento acima da inflação de 4,39%.  As negociações com as TVs SBT-MS e Guanandi, ainda estão em andamento. Porém, a direção da TV SBT-MS já aceitou a contraproposta dos jornalistas, de 5% de reajuste salarial para todos os profissionais. A empresa também oferece aumento de 5,7% aproximadamente, no valor do Tíket Alimentação. Já as tratativas com o Correio do Estado, também estão em andamento. O Sindjor MS tenta uma solução favorável aos jornalistas, uma vez que a direção da empresa sinalizou que não daria aumento salarial este ano, alegando problemas financeiros.

 

Data-base de 1º de janeiro

Já na data-base de 1º de janeiro de 2026, em que há somente um veículo, o Portal Campo Grande News, o reajuste concedido aos jornalistas do veículo, também no ACT 2026-2027, foi da ordem de 7%, com ganho real de 2,74%, acima da inflação acumulada do INPC que foi de 4,26%, nos 12 meses anteriores à data-base de 1º de janeiro deste ano, e que já vem sendo pago. Porém, o referido Acordo 2026-2027, não foi assinado até agora, uma vez que a empresa insiste em inserir no ACT, duas cláusulas nocivas aos jornalistas, com as quais nem a categoria e nem o Sindjor MS concordam, por serem ilegais. O Sindjor MS então, ingressou com pedido de mesa de negociação junto à Superintendência Regional do Ministério do Trabalho e Emprego, e ainda aguarda a data a ser marcada pelo órgão, para tratar do tema.

As negociações deste ano, correm à luz de mais uma Campanha Nacional Salarial Unificada da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj e dos 31 sindicatos de Jornalistas do país, cujo rema é: “A notícia Vale. Quem a Produz Também”, com o objetivo de valorizar os profissionais, que são os responsáveis pela qualidade das informações divulgadas pelos veículos de comunicação.

 

 Sindjor MS

 

 

 

 


 

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O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SindJor-MS) é uma entidade representativa da categoria em âmbito estadual, com exceção de 25 cidades localizadas na região Sul do estado, sob domínio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Grande Dourados (Sinjorgran). O SindJor-MS está registrado sob o CNPJ nº 15.570.575 0001/17

Horário de atendimento presencial: De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h. Atendemos pelo e-mail sindicatojorms@gmail.com.

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