sábado, 29 de agosto de 2026

Mulheres ocupam metade das vagas de emprego formal no Jornalismo, mas desigualdade salarial persiste

 As mulheres já representam metade dos profissionais do jornalismo com carteira assinada no Brasil. Em 2025, eram 25.184 mulheres entre os 50.330 vínculos formais registrados em funções do jornalismo, o equivalente a 50% da categoria. A igualdade numérica, entretanto, não se traduz completamente em igualdade salarial.

A remuneração média dos homens empregados formalmente em funções do jornalismo foi de R$ 7.005,37 em 2025, enquanto a das mulheres ficou em R$ 6.934,11. A diferença é de R$ 71,26 por mês, ou aproximadamente 1%. A remuneração média geral da categoria foi de R$ 6.969,71.

Os dados são do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), com base na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), e fazem parte do estudo que traça o perfil dos jornalistas no mercado formal brasileiro, realizado para a Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).

A participação feminina não é recente nem pontual. Segundo o levantamento, a presença das mulheres no jornalismo formal permanece relativamente estável há anos, oscilando entre 49% e 51% dos vínculos desde 2006. Em 2025, portanto, mulheres e homens praticamente dividiam igualmente os postos formais da categoria.

Embora a diferença salarial média entre gêneros seja relativamente pequena quando considerados todos os vínculos, a análise por função revela desigualdades muito mais expressivas — especialmente nas posições de maior responsabilidade.


Diferença chega a 40% na direção de redação

O caso mais significativo identificado pelo Dieese está justamente em uma função de chefia: diretor(a) de redação. Em 2025, os homens que ocupavam essa função recebiam, em média, R$ 13.767,68, enquanto as mulheres tinham remuneração média de R$ 8.288,92. Na prática, as mulheres recebiam cerca de 60% do valor pago aos homens, uma diferença de aproximadamente 40%.

O contraste chama atenção porque ocorre justamente em uma posição de comando dentro das estruturas jornalísticas. O dado indica que a presença feminina na categoria não significa, necessariamente, igualdade no acesso às posições de maior remuneração e poder.

Na ocupação de jornalista, que reunia 10.438 vínculos, as mulheres eram maioria: 5.956, contra 4.482 homens. Apesar disso, a remuneração média delas ficou ligeiramente abaixo da masculina: R$ 10.110,81, contra R$ 10.187,61.

O mesmo ocorre entre os revisores de texto, outra função majoritariamente feminina. Eram 2.279 mulheres e 858 homens, mas a remuneração média feminina era de R$ 4.657,37, inferior aos R$ 5.253,15 recebidos pelos homens.


Mulheres são maioria em algumas das principais funções

Os dados mostram que a presença feminina é particularmente expressiva em algumas ocupações. Na função de jornalista, as mulheres representam aproximadamente 57% dos vínculos: 5.956 profissionais contra 4.482 homens. Já entre revisores de texto, elas são quase 73% da força de trabalho: 2.279 mulheres contra 858 homens.

Também há predominância feminina entre produtores de texto — 918 mulheres contra 625 homens — e redatores de textos técnicos — 1.157 mulheres contra 779 homens. A presença das mulheres, portanto, não está restrita às funções tradicionalmente associadas à produção de conteúdo. Elas estão espalhadas por diferentes áreas do jornalismo e, em algumas delas, já são maioria.

Para a presidenta da FENAJ, Samira de Castro, os dados mostram que a presença crescente das mulheres no jornalismo não foi acompanhada, na mesma medida, pela garantia de igualdade nas condições de trabalho.

“As mulheres já representam metade dos jornalistas com vínculo formal no Brasil. É uma conquista importante, mas os números mostram que ainda estamos longe de uma igualdade efetiva. A diferença salarial média pode parecer pequena quando olhamos o conjunto da categoria, mas, quando observamos determinadas funções, especialmente os cargos de chefia, a desigualdade se torna muito mais evidente.”

Para a dirigente sindical, o desafio passa também pelo combate às estruturas que dificultam a ascensão profissional das mulheres.

“Não basta que as mulheres estejam nas redações, nas assessorias e nos demais espaços de trabalho. É preciso garantir que elas tenham as mesmas oportunidades de crescimento, remuneração e acesso aos cargos de decisão. A valorização do jornalismo passa necessariamente pela valorização das mulheres jornalistas.”

Quando a igualdade aparece — e quando desaparece

O levantamento do Dieese mostra que a desigualdade salarial entre homens e mulheres não ocorre da mesma maneira em todas as ocupações. Em algumas funções, as mulheres recebem mais que os homens. É o caso dos assessores de imprensa, das âncoras de rádio e televisão e dos comentaristas de rádio e televisão. Entre os âncoras, por exemplo, a remuneração média feminina foi de R$ 9.688,64, contra R$ 8.834,66 dos homens.

Em outras, entretanto, a diferença favorece significativamente os homens. Além da direção de redação, há disparidades entre repórteres fotográficos, revisores de texto e algumas funções editoriais.

Por isso, a média geral de apenas 1% de diferença precisa ser lida com cautela. Ela é resultado da composição de diferentes ocupações, níveis de responsabilidade e estruturas salariais. Quando os dados são abertos por função, as desigualdades se tornam muito mais visíveis.

Presença em espaços de organização

A secretária de Gênero, Raça e Etnia da FENAJ, Germana McGregor, chama atenção para o fato da presença das mulheres no jornalismo necessitar também ser refletida nos espaços de organização e decisão da categoria.

“Precisamos ampliar a participação das mulheres nas direções dos sindicatos e nas entidades de representação profissional, mas também fortalecer a auto-organização das jornalistas, por meio de coletivos, grupos de mulheres e espaços permanentes de debate e construção política.”


Para Germana, quando as mulheres se organizam, conseguem identificar problemas que muitas vezes permanecem invisíveis nas estruturas tradicionais e construir estratégias coletivas para enfrentá-los. “A auto-organização é fundamental para que as jornalistas tenham voz ativa na definição das pautas do movimento sindical e para que questões como desigualdade salarial, assédio, violência, condições de trabalho e participação nos espaços de poder sejam tratadas como prioridades”, afirma.


“Precisamos ter mulheres ocupando os espaços onde as decisões são tomadas, formulando políticas para a categoria e construindo coletivamente as mudanças que queremos. A organização das mulheres jornalistas é uma ferramenta de transformação do próprio movimento sindical.”




sexta-feira, 28 de agosto de 2026

FENAJ entrega memoriais a Flávio Dino e reforça luta pela formação profissional dos jornalistas

A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) entregou nesta sexta-feira (28) ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, os três memoriais elaborados pela entidade sobre temas considerados estratégicos para o futuro da profissão e do Jornalismo brasileiro: formação superior em Jornalismo, pejotização no setor de comunicação e os impactos da Lei da Profissão de Multimídia.

A entrega ocorreu pela manhã, na Faculdade de Direito da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em Salvador, onde o ministro participava de atividade com advogados e estudantes de Direito. Representaram a Federação o 1º vice-presidente da FENAJ, Moacy Neves, e a diretora de Mobilização e Negociação Salarial da entidade e presidenta do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba), Fernanda Gama. Eles estavam acompanhados por outros dirigentes do Sindicato e da ABI-Bahia.

Na oportunidade, os representantes da categoria reforçaram pessoalmente o pedido de uma nova audiência de Flávio Dino com a direção da FENAJ. A solicitação já está protocolada no gabinete do ministro e pretende aprofundar a discussão sobre os temas apresentados nos memoriais.

O novo encontro ocorre em um momento especialmente importante para uma das principais bandeiras históricas dos jornalistas brasileiros. Flávio Dino defendeu recentemente que o STF volte a discutir a decisão de 2009 que afastou a exigência do diploma de curso superior em Jornalismo para o exercício profissional. A manifestação ocorreu durante sessão da Primeira Turma do Supremo, no último dia 18, e foi acompanhada pelo ministro Alexandre de Moraes.

Para a FENAJ, a manifestação reforça a necessidade de atualizar um debate realizado há 17 anos, diante das profundas transformações ocorridas desde então no ambiente informacional e no próprio exercício do Jornalismo.

Diálogo desde 2025
A aproximação da Federação com Flávio Dino sobre esses temas não começou agora. Em 19 de fevereiro de 2025, Moacy Neves, então 1º secretário da FENAJ, e Thiago Tanji, à época diretor de Mobilização e Negociação Salarial, foram recebidos pelo ministro em Brasília. A audiência, intermediada pelo deputado federal Daniel Almeida (PCdoB-BA), tratou justamente de dois assuntos que hoje estão no centro da agenda da Federação junto ao Supremo: a necessidade de retomar a discussão sobre a formação profissional em Jornalismo e o avanço da pejotização e da precarização das relações de trabalho no setor de comunicação.

A partir daquele diálogo, a FENAJ aprofundou os estudos e transformou as reivindicações da categoria em formulações técnicas e jurídicas destinadas a subsidiar a discussão no Supremo. Um dos documentos resultantes desse trabalho, entregues nesta sexta (28) ao ministro, é “Formação Profissional, Integridade Informacional e Democracia na Era da Inteligência Artificial – Reflexões constitucionais sobre o papel da qualificação profissional do jornalista no século XXI”.

O memorial propõe que a questão seja examinada à luz de uma realidade muito diferente daquela existente em 2009. Redes sociais, plataformas digitais, inteligência artificial generativa, deepfakes e desinformação em escala industrial alteraram profundamente a produção e a circulação de conteúdos e trouxeram novos desafios para a identificação da origem, autenticidade e qualidade das informações.

A tese defendida pela Federação parte de uma distinção fundamental, que liberdade de expressão e exercício profissional do Jornalismo não são a mesma coisa. A liberdade de falar, opinar, publicar e produzir conteúdos pertence a todos. Já o exercício profissional do Jornalismo envolve métodos, técnicas, princípios éticos, apuração, verificação, contextualização e responsabilidades específicas.

Para a FENAJ, portanto, discutir novamente a formação superior não significa simplesmente tentar restaurar a realidade existente antes do julgamento de 2009. Significa perguntar, diante dos desafios contemporâneos, quais qualificações devem ser exigidas daqueles que assumem profissionalmente a responsabilidade de produzir informação jornalística de interesse público.

Trabalho e profissão
O segundo memorial entregue a Dino trata de outra questão levada pela Federação ao ministro desde a primeira audiência: a pejotização no setor de comunicação. O documento analisa os impactos da substituição de relações formais de emprego pela contratação de jornalistas como pessoas jurídicas e relaciona as condições em que o trabalho jornalístico é realizado à própria liberdade de imprensa e ao direito da sociedade à informação.

A terceira frente surgiu com a aprovação da Lei nº 15.325/2026, que criou a profissão de Multimídia. A FENAJ passou a questionar os efeitos da nova legislação sobre as profissões da comunicação e produziu o memorial “A Lei da Profissão de Multimídia e seus Impactos sobre a Segurança Jurídica das Profissões, a Liberdade de Imprensa e o Direito Fundamental à Informação”.

Os três documentos passaram a compor uma agenda articulada da Federação junto ao Supremo. A FENAJ sustenta que formação profissional, regulamentação e condições dignas de trabalho não são questões exclusivamente corporativas. Para a entidade, os três temas têm relação direta com a qualidade do Jornalismo e, consequentemente, com o direito da sociedade à informação. A própria Federação registra que os memoriais reúnem análises jurídicas e técnicas destinadas a contribuir com a reflexão do STF sobre atividade jornalística, liberdade de imprensa, direito à informação e condições de trabalho.

Debate avança
Desde a primeira audiência com Flávio Dino, a FENAJ ampliou a articulação junto ao Supremo e já apresentou seus memoriais a ministros e gabinetes da Corte, entre eles Cristiano Zanin, Cármen Lúcia, Dias Toffoli, Nunes Marques e a equipe de Gilmar Mendes. No dia 02 de setembro, os documentos serão entregues em audiência ao minsitro Luiz Fux e à Chefia de Gabinete do ministro André Mendonça.

As manifestações recentes dentro do próprio STF dão nova dimensão a esse trabalho. No último dia 18, ao defender a rediscussão da decisão de 2009, Dino afirmou que a dispensa do diploma passou a criar dificuldades inclusive para a análise de casos envolvendo liberdade de imprensa. Alexandre de Moraes também se manifestou favoravelmente à retomada da discussão.

Para a FENAJ, a retomada do tema confirma a importância de manter aberta uma discussão que a entidade vem provocando institucionalmente desde 2023, quando retomou articulações na Câmara para que a PEC que trata do assunto seja votada.

Dezessete anos depois do julgamento do STF, a Federação considera que o país precisa discutir a formação profissional não com os olhos voltados para o passado, mas diante dos desafios presentes e futuros do Jornalismo. Em um ambiente no qual qualquer pessoa – e agora também sistemas de inteligência artificial – pode produzir e distribuir conteúdos em escala, a qualificação de quem assume profissionalmente a responsabilidade de apurar, verificar e produzir informação de interesse público ganha ainda maior relevância.

A entrega dos memoriais a Flávio Dino, portanto, dá continuidade a uma interlocução iniciada há um ano e meio com o STF e reforça a disposição da FENAJ de aprofundar esse debate diretamente com o Supremo Tribunal Federal.

Para o 1º vice-presidente da FENAJ, Moacy Neves, tratar a questão do diploma com a devida importância e celeridade é um imperativo para assegurar à sociedade o direito à informação de qualidade. Para ele, após 17 anos, o Brasil já experimentou, com dissabor, os efeitos da banalização do exercício profissional do Jornalismo e da ausência de critérios de formação para o acesso à profissão.

“Liberdade de expressão é um direito de todos, mas Jornalismo é profissão. Em um ambiente marcado pela circulação instantânea de informações, pela desinformação e pela inteligência artificial generativa, a formação profissional tornou-se ainda mais necessária. Defender formação é também defender o direito da sociedade à informação de qualidade”, afirma Moacy Neves.

SindJor-MS convoca os jornalistas da TV Guanandi para a assembleia geral extraordinária na próxima segunda-feira

 

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DOS JORNALISTAS DA TV GUANANDI – ACT 2026-2027 – contraproposta da empresa


O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor MS) convoca os jornalistas da TV Guanandi para a assembleia geral extraordinária, a realizar-se no dia 31 de agosto de 2026, segunda-feira, com a primeira chamada às 19h e a segunda chamada às 19h30, na forma de teleconferência. O link será disponibilizado no grupo de WhatsApp dos jornalistas da empresa.


Pauta: Discussão e votação da contraproposta enviada pela empresa referente ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2026-2027).


Suelen Morales

Presidenta do Sindjor MS

27 de agosto de 2026

terça-feira, 25 de agosto de 2026

FENAJ convoca jornalistas para mobilização nacional pelo Diploma de Jornalismo nesta quarta (26)

 A Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ) convoca jornalistas de todo o país para participar, nesta quarta-feira (26), do Dia D pelo Diploma, uma mobilização nacional em defesa da formação superior específica para o exercício profissional do Jornalismo.

A ação acontece durante todo o dia nas redes sociais e busca reunir jornalistas de todo o país em uma grande manifestação em defesa do diploma e da valorização profissional.

O Dia D ocorre em um momento estratégico para a categoria. A PEC 206/2012, que restabelece a exigência da formação superior específica para o exercício profissional, já foi aprovada no Senado e está pronta para votação no plenário da Câmara dos Deputados. Ao mesmo tempo, manifestações recentes dos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes recolocaram no Supremo Tribunal Federal (STF) o debate sobre a decisão de 2009 que derrubou a obrigatoriedade do diploma.

A campanha tem como mote “Jornalismo é profissão. Diploma já!” e pretende ampliar a pressão nas duas frentes: PEC na Câmara. Revisão no STF.

Para a presidenta da FENAJ, Samira de Castro, o momento exige que a categoria transforme a retomada do debate em ação. “Temos uma oportunidade importante de avançar em uma luta histórica dos jornalistas. É hora de ocupar as redes, pressionar o Congresso e o STF e mostrar que defender o diploma é defender a formação, a valorização profissional e o Jornalismo que a sociedade precisa”, afirma.

Como participar

Para aderir ao Dia D, vista azul ou a camisa da PEC do Diploma, faça uma foto ou grave um vídeo e publique nas redes sociais ao longo da quarta-feira, marcando a @fenajoficial e o Sindicato dos Jornalistas de seu estado.

A orientação é também marcar os perfis do STF e de seus ministros, além de deputadas e deputados federais do seu estado, cobrando a revisão da decisão de 2009 e a votação da PEC do Diploma.

Nas publicações, use as hashtags:

#DiplomaDeJornalistaJá
#PECdoDiplomaJá
#RevisaSTF

Uma luta histórica da categoria

A defesa da formação superior específica é uma luta histórica da FENAJ e dos Sindicatos dos Jornalistas. Desde a decisão do STF, em 2009, que retirou a exigência do diploma, a Federação mantém a luta pela retomada desse requisito, tanto no Congresso Nacional quanto no campo institucional e jurídico.

No STF, essa atuação ganhou uma nova frente em fevereiro de 2025, quando a FENAJ iniciou uma articulação institucional para defender a rediscussão da formação profissional diante das profundas transformações ocorridas no Jornalismo desde o julgamento de 2009. Desde então, dirigentes da Federação participaram de audiências, apresentaram memoriais e levaram à Corte argumentos relacionados à formação, à valorização profissional e à precarização das relações de trabalho.

No Congresso Nacional, a atuação da FENAJ e dos Sindicatos permanece concentrada na aprovação da PEC 206/2012, que representa o caminho legislativo para restabelecer a exigência da formação superior específica para o exercício da profissão.

Para a Federação, o cenário informacional também mudou radicalmente nesses 17 anos. O avanço das plataformas digitais, das redes sociais, da inteligência artificial generativa, dos deepfakes e da desinformação em larga escala trouxe novos desafios para a produção e a circulação de informações e reforça a importância da qualificação profissional.

“A defesa do diploma não significa restringir a liberdade de expressão. Todas as pessoas têm o direito de se manifestar, opinar e produzir conteúdo. Jornalismo, no entanto, é profissão e seu exercício envolve formação técnica, princípios éticos, métodos de apuração, verificação e contextualização, além de responsabilidade social”, explica o vice-presidente da FENAJ, Moacy Neves.

 Fonte: Fenaj


 

ONDE ESTAMOS

QUEM SOMOS

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (SindJor-MS) é uma entidade representativa da categoria em âmbito estadual, com exceção de 25 cidades localizadas na região Sul do estado, sob domínio do Sindicato dos Jornalistas Profissionais da Grande Dourados (Sinjorgran). O SindJor-MS está registrado sob o CNPJ nº 15.570.575 0001/17

Horário de atendimento presencial: De segunda a sexta-feira, das 9h às 12h. Atendemos pelo e-mail sindicatojorms@gmail.com.

41 anos

 


ÁREA DE ATUAÇÃO