quinta-feira, 13 de agosto de 2026
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Sindjor MS assina Acordo Coletivo de Trabalho com o jornal Correio do Estado
Agora, são cinco Acordos fechados, em um total de sete
empresas, dentro da data-base de 1º de maio, ACT 2026-2027
A direção do jornal Correio do Estado aceitou a proposta do
Sindjor MS e dos jornalistas da empresa ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT)
2026-2027, data-base de 1º de maio, e concederá reajuste salarial, da ordem de
4,39%, que foi a inflação acumulada nos 12 meses anteriores à data-base de 1º
de maio de 2026, do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Sindicato e
empresa então, assinaram o Acordo. O índice de 4,39%, também reajustará o valor
atual do Tíket Alimentação. A empresa, pagará ainda o retroativo do aumento
salarial e do Tíket a 1º de maio deste ano.
Durante as negociações a empresa, alegando dificuldades de
caixa, sinalizou que não daria aumento salarial aos jornalistas, em 2026.
Entretanto, após ponderações do Sindjor MS e dos jornalistas, por meio de uma
carta-proposta, a direção do Correio do Estado, resolveu então, conceder pelo
menos a reposição inflacionária do período. Com a assinatura desse Acordo,
agora são cinco veículos, das sete empresas que fazem parte dessa data-base, a
fecharem Acordos com o Sindjor MS. Os outros quatro Acordos assinados foram com:
Grupo Rede MS Record. O reajuste salarial foi da ordem de 5% para todos os
jornalistas do Grupo, com aumento real de 0,61% acima da inflação de 4,39% do
IPCA; o Grupo O Estado MS (5,45% de reajuste no salário inicial, e 5% para as
demais faixas salariais da redação, com ganho real de 1,06% e 0,61%
respectivamente); o Grupo TV Morena (reajuste de 4,39%), e o Portal Midiamax
(reajuste de 4,39%). Já os outros dois veículos de comunicação que contratam
com o sindicato - TVs SBT-MS e Guanandi - as negociações ainda estão em
andamento.
Data-base de 1º de
janeiro
Já na data-base de 1º de janeiro de 2026, em que há somente
um veículo, o Portal Campo Grande News, o reajuste concedido aos jornalistas do
veículo, também no ACT 2026-2027, foi da ordem de 7%, com ganho real de 2,74%,
acima da inflação acumulada do INPC que foi de 4,26%, nos 12 meses anteriores à
data-base de 1º de janeiro deste ano, e que já vem sendo pago. Porém, o
referido Acordo 2026-2027, não foi assinado até agora, uma vez que a empresa
insiste em inserir no ACT, duas cláusulas nocivas aos jornalistas, com as quais
nem a categoria e nem o Sindjor MS concordam, por serem ilegais. O Sindjor MS
então, ingressou com pedido de mesa de negociação junto à Superintendência
Regional do Ministério do Trabalho e Emprego, que agendou a reunião entre as
partes, para o dia 13 de agosto, às 14h30, na sede da Superintendência.
Sindjor MS, na luta pela categoria dos jornalistas!
“A notícia vale. Quem a produz também”
Conselho de Comunicação aprova realização de estudo para aperfeiçoar regras sobre comunicação pública em período eleitoral
Brasília (DF), 24/10/2023, Totem na fachada da EBC, com a nova logo marca, que fica na entrada da Empresa
Brasil de Comunicação, localizado no Venâncio Shopping em Brasília. Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso Nacional aprovou nesta segunda-feira (3/08), durante a 13ª Reunião Ordinária de 2026, requerimento que determina a realização de um estudo sobre os impactos da legislação eleitoral na comunicação pública brasileira. A proposta busca esclarecer o alcance das vedações previstas no artigo 73, inciso VI, alínea “b”, da Lei das Eleições (Lei nº 9.504/1997) em relação ao conteúdo jornalístico produzido por empresas públicas de comunicação.
O requerimento foi apresentado pelas conselheiras e conselheiros Caio Loures, Fernando Cabral, Paulo Zocchi, Ramênia Vieira, Rita Freire e Samira de Castro e prevê a elaboração de um parecer conclusivo com recomendações ao Congresso Nacional para o aperfeiçoamento da legislação antes dos próximos pleitos eleitorais.
Entre os pontos que serão analisados estão a interpretação da legislação eleitoral em conjunto com os dispositivos constitucionais que asseguram a liberdade de imprensa, a complementaridade dos sistemas público, privado e estatal de comunicação e o papel do Conselho de Comunicação Social. O estudo também deverá examinar a necessidade de aperfeiçoar a legislação para deixar explícita a distinção entre publicidade institucional — sujeita às restrições eleitorais — e o conteúdo jornalístico produzido pelas empresas públicas de comunicação.
Outro aspecto previsto no requerimento é a análise da conveniência de formulação de consulta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o tema, bem como a avaliação de mecanismos de governança e controle social capazes de garantir a autonomia editorial da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), inclusive a partir da experiência internacional das emissoras públicas em períodos eleitorais.
Na justificativa, os autores lembram que, em 2 de julho de 2026, a EBC retirou do ar, de forma temporária, o acervo jornalístico digital publicado desde janeiro de 2023 em seus veículos — Agência Brasil, TV Brasil, Rádio Nacional e Radioagência Nacional — sob o entendimento de que a medida seria necessária para cumprir as vedações previstas na legislação eleitoral. O episódio motivou debate durante audiência pública realizada pelo próprio CCS em julho, e evidenciou a necessidade de maior segurança jurídica sobre a aplicação das normas eleitorais à comunicação pública.
“Jornalismo público não é publicidade governamental. Confundir essas duas atividades significa desconsiderar a missão constitucional da comunicação pública e colocar em risco o direito da população à informação. A retirada de cerca de 180 mil conteúdos jornalísticos dos veículos da EBC, dos quais apenas 5,5% foram restabelecidos manualmente, segundo informações da própria empresa, atenta contra o direito de acesso à informação da sociedade brasileira e cria um precedente extremamente preocupante para a democracia”, afirma a conselheira Samira de Castro, reprsentantes da categoria dos jornalistas no CCS.
“É necessário aperfeiçoar a legislação e garantir segurança jurídica à comunicação pública, sem comprometer sua autonomia editorial nem o direito dos cidadãos de acessar informações de interesse público”, reforça Samira de Castro, que é presidenta da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ).
“A Constituição e a Lei da EBC deixam claro que comunicação pública existe para servir à sociedade, não ao governo de plantão. Isso reforça o argumento central nesse debate de que jornalismo público não se confunde com propaganda institucional”, destaca a conselheira.
O requerimento ressalta que o estudo terá caráter estritamente normativo e prospectivo, sem emitir qualquer juízo sobre casos submetidos ao Poder Judiciário. O objetivo é oferecer subsídios ao Congresso Nacional para o aperfeiçoamento do marco legal, garantindo, simultaneamente, o respeito às regras eleitorais, a autonomia editorial dos veículos públicos de comunicação e o direito da sociedade à informação.
O parecer deverá ser apresentado ao plenário do Conselho na próxima reunião ordinária, conforme previsto no Regimento Interno do CCS.
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Sindjor MS assina Acordo Coletivo de Trabalho com Grupo MS Record, com ganho real aos jornalistas
Reajuste foi de 5%. Até agora, são quatro Acordos assinados, em um total de sete
empresas, dentro da data-base de 1º de maio, ACT 2026-2027
O Sindjor MS acaba de assinar mais um Acordo Coletivo de
Trabalho (ACT), nas negociações salariais de 2026, do ACT 2026-2027, data-base
de 1º de maio. O Acordo assinado, o quarto até o momento, foi com o Grupo Rede
MS Record. O reajuste salarial foi da ordem de 5% para todos os jornalistas do
Grupo, com aumento real de 0,61% acima da inflação de 4,39% do IPCA. O índice
de 4,39%, foi o acumulado da inflação nos 12 meses anteriores à data-base de 1º
de maio deste ano. Os outros três
Acordos assinados foram, com o Grupo O Estado MS (5,45% de reajuste no salário
inicial, e 5% para as demais faixas salariais da redação, com ganho real de
1,06% e 0,61% respectivamente); o Grupo TV Morena (reajuste de 4,39%) e com o Portal
Midiamax (reajuste de 4,39%). Os outros três veículos de comunicação que contratam
com o Sindjor MS, em um total de sete empresas que figuram na data-base de 1º
de maio – TVs SBT-MS e Guanandi, e o jornal Correio do Estado - as negociações
ainda estão em andamento.
Sindjor MS


